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domingo, 25 de setembro de 2016

A Leitura Ativa - Como Ler Livros


 "Um bom livro recompensa aquele que tenta lê-lo. Os melhores livros oferecem as maiores recompensas. Naturalmente, há dois tipos de recompensa. Primeiro, há o aprimoramento de sua capacidade de leitura, que resulta de você ter enfrentado uma obra boa e difícil. Segundo - e isso, a longo prazo, é muito mais importante -, um bom livro traz ensinamentos sobre o mundo e sobre você mesmo - você não só aprende a ler melhor, como também aprende sobre a vida. Você fica mais sábio" (p. 342).

Se você aprendeu a perceber o prazer da leitura e todos os benefícios associados ao ato de ler, em algum momento deve ter se questionado sobre os seus métodos de leitura. Especialmente na leitura dos livros de não ficção. Por outro lado, caso não tenha se questionado espontaneamente, algum professor conhecido como exigente, ou até como "chato", pode ter dado uma força solicitando a leitura de um livro acompanhada de resenha crítica ou de resumo dos principais argumentos. 

Pois bem, isso aconteceu comigo... E após longas horas de leituras e releituras acabamos por questionar nossa capacidade intelectual. 

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A Religiosa - Denis Diderot

A Religiosa
Em forma de carta direcionada ao Marquês de Croismare, Suzanne Simonin narra seu triste destino de ser encarcerada num convento ainda na adolescência. Por uma falha de sua mãe no passado ela passa a ser injustiçada e escanteada. Diferente das suas irmãs, de uma forma que desconhece, ela é privada da vida normal e levada a experimentar uma vida de amargura, angústia, solidão e sensações incompreensíveis a ela.

Escrito e ambientado no século XVIII acredito que este livro foi motivo de muitas críticas e censuras ao mesmo tempo em que esclareceu de forma bastante realista os sentimentos daquelas que eram obrigadas a viver na reclusão por seus  familiares. Reclusão da natureza humana de socializar e poder dar continuidade à vida através dos filhos. Abandonadas a lidar com as consequências físicas e psicológicas de sufocar seus instintos naturais de ser Humano.

Particularmente, não é um livro que se lê feliz, antes, derrama a angústia e infelicidade da narradora a cada página.


Lido em 22/06/2014

Fahrenheit 451 - Ray Bradbury

Fahrenheit 451 - Ray Bradbury

Em 1953, após a II Guerra Mundial e em plena Guerra Fria, Ray Bradbury (1920-2012) escreveu Fahrenheit 451. Clássico da literatura mundial, ultrapassa os limites da ficção científica. É uma obra política, uma distopia. Fala do futuro denunciando o presente.


"Não só uma crítica à repressão política, mas também à superficialidade da era da imagem [...]" (Manuela da Costa Pinto, orelhas do livro)
215 páginas
Editora: Biblioteca Azul